domingo, 30 de março de 2014

Ficção Curta (1)

"The Nameless City", H. P. Lovecraft
Publicado em The Wolverine, um jornal amador, 1921

Comecei finalmente a ler os contos do Necronomicon de H. P. Lovecraft! O conto "The Nameless City" leva-nos às ruínas de uma cidade mais antiga do que a civilização humana, nos desertos da península da Arábia.

O narrador revisita este local perdido e esquecido no tempo e na história, construído em tempos idos por grotescas criaturas rastejantes, cruzamentos de répteis que ainda são preservados nas camaras subterrâneas da cidade juntamente com os hiéroglifos que contam a sua história. Creio que o que impressiona mais no conto é a solidão e tristeza impregnadas nas palavras do narrador, assim como toda a descrição das criaruras.
 
"A Study in Emerald", Neil Gaiman
Publicado na Antologia Shadows Over baker Street, 2003

O conto de Gaiman revisita o mundo de Sherlock Holmes e o universo de terror de H. P. Lovecraft. Venceu o Hugo Award para Best Short Story em 2004 e o Locus Award para Best Novelette em 2005. Foi publicado pela primeira vez na Antologia Shadows Over Baker Street, uma colecção de histórias que misturam os mundos criados por Arthur Conan Doyle e H. P. Lovecraft. Também aparece em Fragil Things, uma colecção de contos de Neil Gaiman, todos com uma pequena introdução do próprio autor.

Gaiman pega em dois mundos diferentes e cria a sua própria história de mistério e investigação com um tom sobrenatural sempre presente. Sem identificar explicitamente o nome das personagens (só no fim), é necessário ser um grande conhecedor do mundo de Doyle para apanhar os vários detalhes dipostos ao longo da narrativa. No entento, a história é cativante, prende o leitor do início ao fim, e reserva algumas surpresas.

“Immersion”, de Aliette de Bodard
Publicado na Clarkesworld #69, 2013

"Immersion", o conto de Aliette de Bodard, foi nomeado para o Nebula Award e para o Hugo Award na categoria de Best Short Story. O conto leva-nos a um mundo onde existe o immerser, um dispositivo que permite a quem o utiliza projectar uma imagem idealizada do que uma pessoa parece e sabe e não o que a pessoa realmente é, explorando questões de identidade, as diferenças entre a cultura global e uma cultura simples e mais “pura”, ou a oposição entre uma pessoa livre do immerser e uma completamente possuída e presa nas camadas do immerser.

A história é uma crítica aos malefícios das tecnologias avançadas e a forma como as mesmas moldam e projectam aparências em detrimento do real e verdadeiro, mas a uma escala galáctica que dita as diferenças entre os superiores galácticos e os independentes inferiores.

“The Black Cat”, de Edgar Allan Poe
Publicado no The Saturday Evening Post, 1843

Normalmente, os contos do Poe causam-me algum desconforto, mas também fascínio. Na adolescência li “The Mask of the Red Death”, que nunca esqueci e quando a reli mais tarde tornou-se uma das minhas preferidas.

Já “The Black Cat” causa-me arrepios. O conto é uma crítica aos malefícios do alcoolismo, explora a forma como a culpa pode perseguir a alma humana e avisa-nos que por melhor que se tente esconder a monstruosidade dos nossos actos, acabamos sempre por ser desmascarados, explorando ainda a sanidade mental e a loucura. É arrepiante a transformação do narrador, desde a tranquilidade de uma vida cheia e feliz, para a prisão do alcoolismo, sendo possuído pela raiva e violência, passando pelos fantasmas da culpa e pelo homicídio, até ser desmascarado.

O Prazer da Leitura (12)

The best thing, though, in that museum was that everything always stayed right where it was. Nobody'd move. You could go there a hundred thousand times, and that Eskimo would still be just finished catching those two fish, the birds would still be on their way south, the deers would still be drinking out of that water hole, with their pretty antlers and they're pretty, skinny legs, and that squaw with the naked bosom would still be weaving that same blanket. Nobody's be different. The only thing that would be different would be you. Not that you'd be so much older or anything. It wouldn't be that, exactly. You'd just be different, that's all. You'd have an overcoat this time. Or the kid that was your partner in line the last time had got scarlet fever and you'd have a new partner. Or you'd have a substitute taking the class, instead of Miss Aigletinger. Or you'd heard your mother and father having a terrific fight in the bathroom. Or you'd just passed by one of those puddles in the street with gasoline rainbows in them. I mean you'd be different in some way—I can't explain what I mean. And even if I could, I'm not sure I'd feel like it.

The Catcher in the Rye, J. D. Salinger

Manicure



Ohhhhhh, algém é fã do Tim Burton! Muito giro!

Lingerie





Algo sexy!

sábado, 29 de março de 2014

Malas


Como gosto de caveiras, achei esta mala um mimo :)

O Prazer da Leitura (11)

Among other things, you'll find that you're not the first person who was ever confused and frightened and even sickened by human behavior. You're by no means alone on that score, you'll be excited and stimulated to know. Many, many men have been just as troubled morally and spiritually as you are right now. Happily, some of them kept records of their troubles. You'll learn from them—if you want to. Just as someday, if you have something to offer, someone will learn something from you. It's a beautiful reciprocal arrangement. And it isn't education. It's history. It's poetry.
The Cather in the Rye, J. D. Salinger

Vestidos


Este lindos vestidos parecem óptimos para a Primavera quando ela resolver aparecer.

sexta-feira, 28 de março de 2014

The Colossus

I shall never get you put together entirely,
Pieced, glued, and properly jointed.
Mule-bray, pig-grunt and bawdy cackles
Proceed from your great lips.
It's worse than a barnyard.

Perhaps you consider yourself an oracle,
Mouthpiece of the dead, or of some god or other.
Thirty years now I have labored
To dredge the silt from your throat.
I am none the wiser.

Scaling little ladders with glue pots and pails of Lysol
I crawl like an ant in mourning
Over the weedy acres of your brow
To mend the immense skull-plates and clear
The bald, white tumuli of your eyes.

A blue sky out of the Oresteia
Arches above us. O father, all by yourself
You are pithy and historical as the Roman Forum.
I open my lunch on a hill of black cypress.
Your fluted bones and acanthine hair are littered

In their old anarchy to the horizon-line.
It would take more than a lightning-stroke
To create such a ruin.
Nights, I squat in the cornucopia
Of your left ear, out of the wind,

Counting the red stars and those of plum-color.
The sun rises under the pillar of your tongue.
My hours are married to shadow.
No longer do I listen for the scrape of a keel
On the blank stones of the landing.
 
Sylvia Plath

O Prazer da Leitura (10)

What really knocks me out is a book that, when you're all done reading it, you wish the author that wrote it was a terrific friend of yours and you could call him up on the phone whenever you felt like it. That doesn't happen much, though.

The Catcher in the Rye, J. D. Salinger

Sapatos




Teriam sido uma boa opção para o Inverno, mas como a Primavera teima em não aparecer de verdade, continuam a parecer uma óptima escolha.

Dark

Há tempos encontrei estas imagens na internet que achei fabulosas. Não me recordo de onde as retirei, mas achei que valia a pena partilhar aqui.





quinta-feira, 27 de março de 2014

Lupita Nyong'o

Celebridades

Lupita Nyong'o é a nova menina bonita de Hollywood. Tudo graças ao seu desempenho como Patsey em 12 Years a Slave, o filme que lhe valeu trinta e três nomeções para os mais variados prémios de cinema em 2013 e vinte e quatro vitórias, sendo o mais importante o óscar de Melhor Actriz Secundária já em 2014.

A actriz, nascida no México, com pais do Quénia, tem as duas nacionalidades, fala Lou (a sua língua nativa), inglês, swahili e espanhol. Formou-se em estudos de cinema e teatro e trabalhou em algumas equipas de produção até perseguir o sonho de ser actriz. Também realizou vídeos de música e entrou para a Yale School of Drama para continuar os seus estudos e onde participou em várias produções.

Participou na curta East River (2008), na mini-série televisiva Shuga (2009), em 12 Years a Slave (2013) e em Non-Stop (2014). Não tem uma carreira muito grande, mas já tem um óscar aos 31 anos. De resto, consquistou os especialistas e as várias revistas de moda, sendo considerada uma da mais bem vestidas na passadeira vermelha. Muitos dizem mesmo que a rapariga não erra no que à moda diz respeito. Para além disso, também faz discursos em que louva a beleza das mulheres negras e pousa para vários fotógrafos e já fez vários ensaios fotográficos com outras actrizes famosas. A menina, é um exemplo a seguir. Abaixo, ficam alguns dos seus mais fabulosos e lindos vestidos.
























X-Men: Days of Future Past

Cinema Fantástico

X-Men: Days of Future Past já tem novo trailer e parece espectacular a nível visual e de efeitos. A viagem de Wolverine ao passado vai revelar muito sobre as personagens que fizarem parte do filme X-Men: First Class (2011) e a forma como os acontecimentos do filme condicionaram as suas vidas e os transformaram. 

Mas o futuro depende do passado e mais uma vez, Charles Xavier (Professor X) e Erik Lensherr (Magento), estão no centro de tudo. Se eles não ultrapassarem as divergências do passado, não haverá um futuro para o qual Wolverine possa voltar. 

O realizador Bryan Singer trás de volta com o elenco mais espectacular do cinema (ok, o segundo, uma vez que o melhor é o de Lord of the Rings) juntando agora duas gerações. Entre este elenco de luxo, estão Patrick Stewart como Professor X e Ian McKellen como Magneto (dois veteranos do cinema), mas o cartaz principal faz questão colocar em destaque Hugh Jackman (Logan/Wolverine) e Jennifer Lawrence (Raven Darkhölme/Mystique), os dois actores que fazem parte do filme e que são os mais populares actualmente fora dele.

Pessoalmente, sou fã de X-Men há anos e ando a rever a série de animação que passou nos anos 90 na televisão portuguesa, para além de estar a ler as Bandas Desenhadas que encontro nas bibliotecas. Acho que continuam a deixar algumas personagens muito boas de fora e estão a tratar outras muito mal, como é o caso de Gambit que só apareceu no filme X-Men Origins: Wolverine (2009), ou de Rogue, uma personagem tão interessante e com tanto potencial, que estragaram completamente nos filmes da trilogia.

Jupiter Ascending

Cinema Fantástico


Realizadores: Andy Wachowski e Lana Wachowski
Com: Mila Kunis (Jupiter Jones), Channing Tatum (Caine), Sean Bean (Stinger), Eddie Redmayne (Balem The King), Douglas Booth (Titus).
Estreia: 25 de Julho de 2014.


Jupiter Ascending já tem novo trailer e é cativante! O novo filme dos Wachowski, que estreia este Verão, revela um pouco mais sobre a história, para além de mostrar uns efeitos visuais espectaculares. 

É possível ver um pouco mais da personagem de Sean Bean (continuo a perguntar-me se ele morre, mas é o mais provável), para além do momento genial em dizem à personagem da Mila Kunis que ela pode ser uma rainha interestelar e ela ainda goza com o facto de ser uma empregada de limpeza na Terra.

Tenho que começar a colocar uns trocos de parte para ir ao cinema no Verão, que parece que vai ser uma altura de grandes estreias, de estreia fantásticas. Acima, estão os poster promocionais do filme. Abaixo, fica o novo trailer. Enjoy!

quarta-feira, 26 de março de 2014

Mudança de Estação

Com a mudança de estação e de hora, achei que devia também mudar os tons do blogue para a Primavera/Verão. 

Na verdade, os tons ficaram mais a favor do Verão do que da Primareva, mas o verde não é das minhas cores preferidas, para além de achar que fica muito berrante num blogue. 

Assim, ficou com tons mais quentes já a puxar para o quente do Verão. No início do Outono volto a mudar para tons mais frios.

domingo, 23 de março de 2014

Deliciosa Leitura Fantástica (19)

When the time came to leap in faith, whether you had your eyes open or closed or screamed all the way down or not made no practical difference.
The Warrior's Apprentice, Lois McMaster Bujold

sábado, 22 de março de 2014

O Prazer da Leitura (9)

The children mingled with the adults, and spoke and were spoken to. Children in these families, at the end of the nineteenth century, were different from children before or after. They were neither dolls nor miniature adults. They were not hidden away in nurseries, but present at family meals, where their developing characters were taken seriously and rationally discussed, over supper or during long country walks. And yet, at the same time, the children in this world had their own separate, largely independent lives, as children. They roamed the woods and fields, built hiding-places and climbed trees, hunted, fished, rode ponies and bicycles, with no other company than that of other children.

The Children's Book, A. S. Byatt

sexta-feira, 21 de março de 2014

Believe

Séries Fantásticas

Believe (NBC)
Com: Jake McLaughlin (Tate), Johnny Sequoyah (Bo Adams), Delroy Lindo (Milton Winter), Kyle MacLachlan (Ronam Skouras), Jamie Chung (Channing).
Estreou: 10 de Março nos E.U.A.

Atenção: spoilers.

Believe é a nova série da NBC que estreou este mês, criada por Alfonso Cuarón (vencedor do Óscar de Melhor Realizador este ano por Gravity) e Markus Friedman. 

A série segue a história de Bo, uma menina que tem poderes muito especiais que não consegue controlar, para além de ter um temperamento difícil para uma criança com as suas capacidades. Um homem misterioso liberta Tate, um criminoso condenado que se encontra no corredor da morte (que alega estar inocente) para proteger uma menina orfã com poderes bastante estranhos. Embora relutante, Tate acaba por ceder e concorda proteger a menina, apesar de não fazer ideia daquilo em que se está a meter. 

Entretanto são revelados alguns dados importantes como o facto de Tate ser o pai da menina em questão e de existirem outras crianças com o mesmo tipo de poderes. Existe uma agenda simples, um grupo de pessoas que se preocupa com Bo e quer que ela cresca com valores e que aprenda a controlar os seus poderes; e alguém que quer utilizar as crianças e os seus poderes em benefício próprio criando uma agenda secreta para conseguir dinheiro e poder? Esta parte não fica bem clara. Mas a forma como Bo será criada será bastante relevante para o seu futuro, assim como a forma como ela irá agir e a pessoa que será.

Não fiquei particularmente impressionada com os dois primeiro espisódios, mas quero continuar a ver a série e ver se Believe se tornará verdadeiramente interessante ou se perderá o impacto e cairá em clichés. A dinâmica entre Tate e Bo foi o melhor da série, assim como as representações de ambos. Contudo, creio que os argumentistas podem puxar muito mais pelo desempenho da actriz que faz de Bo.

quinta-feira, 20 de março de 2014

The Signal

Cinema Fantástico


Realizador: William Eubank
Com: Lawrennce Fishburne (Dr. Wallace Damon), Brenton Thwaites (Nic Eastman), Olivia Cooke e Lin Shaye.
Estreia: 13 de Junho de 2014 nos E.U.A. 

The Signal é um thriller de ficção científica que estreou no Festival de Sundance realizado por William Eubank e com argumento de William Eubank, Carlyle Eubank e David Frigerio.

Três estudantes em viagem tentam encontrar um hacker genial, mas quando são levados para uma zona isolada, tudo fica negro. Quando um dos estudantes acorda, está num pesadelo bem real.

O trailer deixa realmente muita vontade de ver filme, Espero que chegue a estrear por cá. Abaixo, fica o trailer.

The Giver

Cinema Fantástico

Realizador: Philip Noyce
Com: Jeff Bridges (The Giver), Brenton Thwaites (Jonas), Meryl Streep (Chief Elder), Odeya Rush (Fiona), Katie Holmes (mãe de Jonas), Alexander Skarsgård (pai de Jonas), Taylor Swift (Rosemary), Cameron Monaghan (Asher), Emma Tremblay (Lily, irmã de Jonas).
Estreia: 15 de Agosto de 2014.

As adapções ao cinema de romances para jovens adultos continuam. The Giver é baseado no romance homónimo de Lois Lowry publicado em 1993. A autora escreveu mais três livros na mesma época do futuro, Gathering Blue (2000), Messenger (2004) e Son (2012).
  
A história passa-se num mundo distópico onde não existem conflitos, racismo ou doenças e no qual todos os membros da sociedade têm um papel específico a desempenhar. Jonas, um rapaz de dezasseis anos, é seleccionado para ser o Receiver of Memories. Enquanto descobre a verdade sobre o passado do seu mundo, percebe que muitos anos antes os seus antepassados desistiram da sua humanidade de forma a terem uma sociedade estável.

O facto de o filme ter um elenco de actores conceituados e bastante conhecidos faz-me pensar na adaptação de Eragon (2006) que tinha um elenco muito bom, mas que foi um filme bastante mauzinho. No entanto, o livro é uma referência nos romances para jovens adultos entre críticos e leitores, para além de estar incluido nos programas de leitura de vários estados americanos. Nas redes sociais há imenso destaque para o elenco que conta com Jeff Bridges e Meryl Streep e para o facto  de a famosa cantora Taylor Swift, que mais uma vez se aventura no mundo da representação. Abaixo, fica o primeiro trailer do filme.

terça-feira, 18 de março de 2014

Óscares 2014

Vencedores, as escolhas de Hollywood na maior noite do cinema


Havia tanto a dizer sobre a 86ª edição dos Óscares, que nem sabia bem por onde começar. No entanto vou dizer o essencial porque já passou bastante tempo desde a cerimónia.

A passadeira vermelha foi preenchida pelas beldades de Hollywood para entregar os prémios que são considerados os mais importantes da sétima arte, mas mais uma vez ficam muitos bons filmes de fora e mais uma vez erguem-se várias vozes sobre a legitimidade das escolhas de Hollywood sobre o que de melhor se faz em cinema.
Ellen Degeneres apresentou a gala dos Óscares e, apesar de não ter sido brilhante ou ter inovado muito, fez um trabalho bastante competente. Para além disso encomendou pizza em directo e colocou as celebridades a comer nos seus lugares e tirou a selfie mais popular de sempre, a que mais partilhada de sempre no Twitter.

Destaque para 12 Years a Slave que levou a estatueta mais desejada na categoria de Melhor Filme, contudo o filme que levou mais óscares foi Gravity de Alfonso Cuaron, incluindo o óscar de Melhor Realizador. Dallas Buyers Club venceu o ócar de Melhor Actor Secundário para Jared Leto e Melhor Actor para Matthew McConaughey que fizeram dois dos melhores discursos da noite. Lupita Nyong’o venceu o óscar de Melhor Actriz Secundária por 12 Years a Slave e Cate Blanchett levou a estatueta de Melhor Actriz por Blue Jasmine.

Pessoalmente teria dado o óscar de Melhor Filme a Gravity, mas os temas abordados em 12 Years a Slave são mais propícios a vencer o óscar. Apesar de não ter visto os filmes estrangeiros, fiquei supreendida por La Vie d'Adèle nem ter sido nomeado para o óscar, quando foi um dos melhores filmes do ano e que até venceu a Palma de Ouro no Festival Cannes.


Melhor Filme
Vencedor: 12 Years a Slave 
12 Years a Slave
American Hustle
Captain Phillips
Dallas Buyers Club
Gravity
Her
Nebraska
Philomena
The Wolf of Wall Street

Melhor Realizador
Vencedor: Alfonso Cuaron, Gravity
David O. Russell, American Hustle
Alfonso Cuaron, Gravity
Alexander Payne, Nebraska
Steve McQueen, 12 Years a Slave
Martin Scorsese, The Wolf of Wall Street

Melhor Actriz
Vencedor: Cate Blanchett, Blue Jasmine 
Amy Adams, American Hustle
Cate Blanchett, Blue Jasmine
Sandra Bullock, Gravity
Judi Dench, Philomena
Meryl Streep, August: Osage County

Melhor Actor
Vencedor: Matthew McConaughey, Dallas Buyers Club
Christian Bale, American Hustle
Bruce Dern, Nebraska
Leonardo DiCaprio, The Wolf of Wall Street
Chiwetel Ejiofor, 12 Years a Slave
Matthew McConaughey, Dallas Buyers Club

Melhor Argumento Original
Vencedor: Her, Spike Jonze 
American Hustle, Eric Warren Singer e David O. Russell
Blue Jasmine, Woody Allen
Her, Spike Jonze
Nebraska, Bob Nelson
Dallas Buyers Club, Craig Borten & Melisa Wallack

Melhor Aegumento Adaptado
Vencedor: 12 Years a Slave, John Ridley 
Before Midnight, Richard Linklater, Julie Delpy, Ethan Hawke
Captain Phillips, Billy Ray
Philomena, Steve Coogan e Jeff Pope
12 Years a Slave, John Ridley
The Wolf of Wall Street, Terence Winter

Melhor Actriz Secundária
Vencedor: Lupita Nyong’o, 12 Years a Slave 
Lupita Nyong’o, 12 Years a Slave
Jennifer Lawrence, American Hustle
June Squibb, Nebraska
Julia Roberts, August: Osage County
Sally Hawkins, Blue Jasmine

Melhor Actor Secundário
Vencedor: Jared Leto, Dallas Buyers Club
Barkhad Abdi, Captain Phillips
Bradley Cooper, American Hustle
Michael Fassbender, 12 Years a Slave
Jonah Hill, The Wolf of Wall Street
Jared Leto, Dallas Buyers Club

Melhor Filme de Animação
Vencedor: Frozen
The Croods
Despicable Me 2
Ernest & Celestine
Frozen
The Wind Rises

Melhor Fotografia
Vencedor: Gravity, Emmanuel Lubezki
The Grandmaster, Philippe Le Sourd
Gravity, Emmanuel Lubezki
Inside Llewyn Davis, Bruno Delbonnel
Nebraska, Phedon Papamichael
Prisoners, Roger Deakins

Melhor Guarda-Roupa
Vencedor: Catherine Martin, The Great Gatsby
Michael Wilkinson, American Hustle
William Chang Suk Ping, The Grandmaster
Catherine Martin, The Great Gatsby
Michael O’Connor, The Invisible Woman
Patricia Norris, 12 Years a Slave

Melhor Montagem
Vencedor: Gravity, Alfonso Cuarón and Mark Sanger
American Hustle, Jay Cassidy, Crispin Struthers e Alan Baumgarten
Captain Phillips, Christopher Rouse
Dallas Buyers Club, John Mac McMurphy e Martin Pensa
Gravity, Alfonso Cuarón e Mark Sanger
12 Years a Slave, Joe Walker

Melhor Filme Estrageiro
Vencedor: The Great Beauty, Itália
The Broken Circle Breakdown, Bélgica
The Great Beauty, Itália
The Hunt, Dinamarca
The Missing Picture, Camboja
Omar, Palestina

Melhor Caracterização
Vencedor: Dallas Buyers Club, Adruitha Lee and Robin Mathews 
Dallas Buyers Club, Adruitha Lee and Robin Mathews
Jackass Presents: Bad Grandpa, Stephen Prouty
The Lone Ranger, Joel Harlow and Gloria Pasqua-Casny

Melhor Banda Sonora
Vencedor: Steven Price, Gravity
John Williams, The Book Thief
Steven Price, Gravity
William Butler and Owen Pallett, Her
Alexandre Desplat, Philomena
Thomas Newman, Saving Mr. Banks

Melhor Canção Original
Vencedor: “Let It Go” de Frozen, Música e Letras de Pharrell Williams

“Happy” de Despicable Me 2, Música e Letras de Pharrell Williams
“Let It Go” de Frozen, Música e Letra de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez
“The Moon Song” de Her, Música Karen O; Letra de Karen O e Spike Jonze
“Ordinary Love” de Mandela: Long Walk to Freedom, Música de Paul Hewson, Dave Evans, Adam Clayton e Larry Mullen; Letra de Paul Hewson

Melhor Design de Produção
Vencedor: The Great Gatsby, Catherine Martin e Beverley Dunn

American Hustle, Judy Becker e Heather Loeffler
Gravity, Andy Nicholson e Rosie Goodwin e Joanne Woollard
The Great Gatsby, Catherine Martin e Beverley Dunn
Her, K.K. Barrett e Gene Serdena
12 Years a Slave, Adam Stockhausen e Alice Baker

Melhor Edição de Som
Vencedor: Gravity, Glenn Freemantle
All Is Lost, Steve Boeddeker e Richard Hymns
Captain Phillips, Oliver Tarney
Gravity, Glenn Freemantle
The Hobbit: The Desolation of Smaug, Brent Burge
Lone Survivor,  Wylie Stateman

Melhor Mistura de Som
Vencedor: Gravity, Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead and Chris Munro
Captain Phillips, Chris Burdon, Mark Taylor, Mike Prestwood Smith e Chris Munro
Gravity, Skip Lievsay, Niv Adiri, Christopher Benstead e Chris Munro
The Hobbit: The Desolation of Smaug, Christopher Boyes, Michael Hedges, Michael Semanick e Tony Johnson
Inside Llewyn Davis, Skip Lievsay, Greg Orloff e Peter F. Kurland
Lone Survivor, Andy Koyama, Beau Borders e David Brownlow

Melhores Efeitos Visuais
Vencedor: Gravity, Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould
Gravity, Tim Webber, Chris Lawrence, Dave Shirk e Neil Corbould
The Hobbit: The Desolation of Smaug, Joe Letteri, Eric Saindon, David Clayton e Eric Reynolds
Iron Man 3, Christopher Townsend, Guy Williams, Erik Nash e Dan Sudick
The Lone Ranger, Tim Alexander, Gary Brozenich, Edson Williams e John Frazier
Star Trek: Into Darkness, Roger Guyett, Patrick Tubach, Ben Grossmann e Burt Dalton

Melhor Documentário
Vencedor: 20 Feet from Stardom, Morgan Neville, Gil Friesen e Caitrin Rogers
The Act of Killing, Joshua Oppenheimer e Signe Byrge Sørensen
Cutie and the Boxer, Zachary Heinzerling e Lydia Dean Pilcher
Dirty Wars, Richard Rowley e Jeremy Scahill
The Square, Jehane Noujaim e Karim Amer
20 Feet from Stardom, Morgan Neville, Gil Friesen e Caitrin Rogers


Melhor Curta-Metragem (Documentário)
Vencedor: The Lady in Number 6: Music Saved My Life, Malcolm Clarke e Nicholas Reed
CaveDigger, Jeffrey Karoff
Facing Fear, Jason Cohen
Karama Has No Walls, Sara Ishaq
The Lady in Number 6: Music Saved My Life, Malcolm Clarke e Nicholas Reed
Prison Terminal: The Last Days of Private Jack Hall, Edgar Barens

Melhor Curta-Metragem de Animação
Vencedor: Mr. Hublot, Laurent Witz and Alexandre Espigares
Feral, Daniel Sousa e Dan Golden
Get a Horse!, Lauren MacMullan e Dorothy McKim
Mr. Hublot, Laurent Witz e Alexandre Espigares
Possessions, Shuhei Morita
Room on the Broom, Max Lang e Jan Lachauer

Melhor Curta-Metragem (Live Action)
Vencedor: Helium, Anders Walter and Kim Magnusson 
Aquel No Era Yo (That Wasn’t Me), Esteban Crespo
Avant Que De Tout Perdre (Just before Losing Everything), Xavier Legrand e Alexandre Gavras
Helium, Anders Walter and Kim Magnusson
Pitääkö Mun Kaikki Hoitaa? (Do I Have to Take Care of Everything?), Selma Vilhunen e Kirsikka Saari
The Voorman Problem, Mark Gill e Baldwin Li

The Maze Runner

Cinema Fantástico

Realizador: Wes Ball
Com: Dylan O'Brien (Thomas), Thomas Brodie-Sangster (Newt), Kaya Scodelario (Teresa), Will Poulter (Gally), Ki Hong Lee (Minho), Blake Cooper (Chuck), Aml Ameen (Alby), Alexander Flores (Winston), Jacob Latimore (Jeff), Patricia Clarkson (Chancellor Ava Paige).
Estreia: 19 de Setembro de 2014.

The Maze Runner é a adaptação cinematográfica do romance best-seller com o mesmo título do autor James Dashner, o primeiro volume de uma trilogia, apontado como o próximo Twilight ou Hunger Games em termos de popularidade e bilheteira. The Maze Runner foi publicado em 2009, seguido de The Scorch Trials em 2010 e de The Death Cure de 2011. Em 2012 o autor publicou a prequela The Kill Order.

Thomas acorda num elevador e não se lembra de nada do seu passado a não ser o seu primeiro nome. No entanto, não está só, pois assim que as portas de abrem, vê-se rodeado de vários outros rapazes que o informam que se encontra na Glade, um espaço amplo rodeado por muros de pedra, cujas portas se abrem para um maze (labirinto) onde ninguém quer ficar preso à noite. Mais estranho ainda é a chegada de uma rapariga no dia seguinte, coisa que nunca tinha contecido, uma vez que só apareciam rapazes, e a forma como ela faz Thomas sentir-se diferente, despertando-lhe a estranha sensação de que se ele conseguir lembrar-se do seu passado pode ter algumas respostas para os estranhos acontecimentos. 

O filme de ficção científica é também um thriller com drama e mistério à mistura. Resta saber se estará realmente à altura da popularidade das outras trilogias que têm aparecido e feito imenso dinheiro e sucesso. Até porque ainda este ano sai a primeira parte da trilogia Divergent que está a gerar muita expectativa entre os fãs dos romances; para além disso também sairá no final do ano a primeira parte da conclusão de The Hunger Games que promete bater recordes de bilheteira. Abaixo, fica o primeiro trailer do filme.